Consultório em Brasília desde 1974 · CRM 2910-DF

Do primeiro ano de vida aos noventa.

Neurologia e neuropediatria no mesmo consultório. Uma criança que ainda não fala na idade esperada e um pai que começou a esquecer nomes chegam pela mesma porta — e são atendidos por quem acompanha o cérebro em todas as suas fases.

Áreas de atuação

Escolha uma fase da vida para ver o que é acompanhado nela.

Transtorno do Espectro Autista Atravessa todas as fases: dos primeiros sinais na infância ao diagnóstico tardio na vida adulta. Ver como funciona a avaliação

Terceira idade · 65+ anos

Perda de memória não é consequência inevitável da idade. Avaliar cedo muda o que é possível fazer.

  • Doença de Alzheimer
  • Demências
  • Avaliação neurocognitiva
  • Doença de Parkinson e discinesias
  • AVC: tratamento e prevenção secundária
  • Reabilitação pós-AVC
  • Distúrbios do sono
  • Tonturas e vertigens
  • Seguimento longitudinal de doenças neurológicas

Espectro autista

Quando a dúvida aparece, a avaliação não precisa esperar.

O autismo é uma condição do desenvolvimento que acompanha a pessoa a vida inteira, e a forma como aparece muda em cada fase. O que se busca na avaliação não é um rótulo, mas entender como aquela pessoa processa o mundo — e o que muda na escola, no trabalho e em casa a partir disso.

Até 2 anos

  • Não responde quando é chamado pelo nome
  • Pouco contato visual ou olhar que não acompanha o outro
  • Não aponta para mostrar o que quer ou o que viu
  • Ausência de balbucio e de gestos como dar tchau
  • Perda de habilidades que já tinha

3 a 6 anos

  • Fala que não avança, some ou é usada de forma repetitiva
  • Pouca brincadeira de faz de conta ou com outras crianças
  • Interesses muito restritos e intensos
  • Reações fortes a barulho, textura, luz ou toque
  • Necessidade de rotina rígida, com sofrimento na mudança

Escola e adolescência

  • Vontade de ter amigos, mas dificuldade em manter
  • Entendimento literal de ironia, gíria e regra social
  • Exaustão depois de ambientes movimentados
  • Recusa escolar, ansiedade ou crises no fim do dia
  • Conhecimento profundo sobre poucos temas

Vida adulta

  • Reconhecimento tardio, muitas vezes após o diagnóstico de um filho
  • Cansaço por manter comportamento social adaptado
  • Dificuldade com mudanças e ambientes de trabalho abertos
  • Histórico de diagnósticos anteriores que nunca explicaram tudo
  • Sensibilidade sensorial presente desde sempre

Como é feita a avaliação

Não existe exame de sangue nem de imagem que diagnostique autismo. O diagnóstico é clínico e se constrói com a história do desenvolvimento, a observação em consulta, instrumentos padronizados e informações de quem convive com a pessoa — família e escola. Parte do trabalho é diferenciar o quadro de outras condições que se parecem com ele: transtornos de linguagem, TDAH, deficiência intelectual, ansiedade, perda auditiva.

Exames podem ser solicitados, mas com outra finalidade: investigar condições associadas, como epilepsia, alterações genéticas ou distúrbios do sono.

Por que um neurologista

Muitas pessoas no espectro convivem com condições neurológicas associadas — crises epilépticas, insônia e sono fragmentado, TDAH, alterações motoras. São quadros que impactam o dia a dia tanto quanto o próprio autismo, exigem manejo específico e frequentemente passam despercebidos quando o foco fica só no comportamento.

O acompanhamento inclui a articulação com a equipe multiprofissional — fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia e psicopedagogia — e a emissão de relatórios e laudos quando são necessários para a escola, o plano de saúde ou o acesso a direitos.

Uma observação, porque ela muda a conversa: procurar avaliação não significa dizer que há algo errado com a criança. Significa entender como ela funciona a tempo de organizar o suporte enquanto ele rende mais.

Dr. Marcos Estrela, neurologista e neuropediatra em Brasília
Formação
Universidade Federal Fluminense, 1974
Neurologia infantil
Instituto Fernando Figueira
CRM
2910-DF
RQE
20346 · 1903 · 1904
Idiomas
Português e inglês

RQE é o Registro de Qualificação de Especialista, emitido pelo Conselho Regional de Medicina e verificável no portal do CFM.

Sobre

Um diagnóstico começa por ouvir a história inteira.

Boa parte do trabalho em neurologia acontece antes de qualquer exame. É preciso entender quando o sintoma apareceu, o que mudou na rotina, o que a família percebeu e o que o próprio paciente sente — e só então decidir o que investigar.

Formado pela Universidade Federal Fluminense em 1974, o Dr. Marcos Estrela atua há mais de cinco décadas como neurologista e neuropediatra, acompanhando crianças, adultos e idosos. Em Brasília, atende pacientes que hoje trazem os próprios filhos e netos ao mesmo consultório.

Na neuropediatria, o cuidado se estende à família: o desenvolvimento da criança é acompanhado de perto, com orientação clara para quem convive com ela todos os dias.

A prática combina precisão diagnóstica, atualização constante com base nas melhores evidências disponíveis e uma escuta que dá tempo à consulta. O objetivo em cada caso é o mesmo — clareza sobre o que está acontecendo, um plano que faça sentido na vida real do paciente e acompanhamento ao longo do tempo, não apenas no dia da consulta.

A consulta

O que esperar, do agendamento ao retorno.

Antes

Agendamento

O contato é feito por WhatsApp ou telefone, de segunda a sexta. Informe o motivo principal — avaliação de memória, investigação de crises, dor de cabeça, avaliação infantil — e se prefere atendimento presencial ou por teleconsulta.

Durante

Avaliação

A consulta começa pela história clínica e segue com o exame neurológico. Nos casos de memória e de desenvolvimento, parte da avaliação é cognitiva. Ao final, você recebe uma explicação do que foi identificado e do que ainda precisa ser investigado.

Depois

Acompanhamento

Doenças neurológicas costumam exigir seguimento ao longo do tempo. O plano define quais exames pedir, o que ajustar na medicação e quando retornar — com laudos e relatórios emitidos conforme a necessidade.

O que levar

  • Exames anteriores, mesmo antigos — ressonância, tomografia, eletroencefalograma, exames de sangue.
  • A lista completa de medicamentos em uso, com as doses. Uma foto das caixas resolve.
  • Relatórios de outros profissionais: neuropsicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, escola.
  • Nas avaliações de memória e nas consultas infantis, um acompanhante que conheça o dia a dia do paciente.
  • Se houve crise, desmaio ou episódio semelhante, o relato de quem presenciou — e o vídeo, se alguém tiver filmado.

Contato

Agende sua consulta.

Atendimento Segunda a sexta, das 9h às 18h Presencial no consultório ou por teleconsulta.
Telefone (61) 3245-5111
WhatsApp (61) 99818-5111

O WhatsApp é o caminho mais rápido para marcar, remarcar ou tirar dúvidas sobre documentos e exames necessários.

Este site é informativo e não substitui a consulta médica. Em caso de emergência — perda súbita de força, alteração da fala, crise convulsiva prolongada — procure atendimento imediato ou ligue 192.